Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/20.500.12494/9626
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Title: Biopolitics and Democracy as a Lifestyle: A View from Social Psychology
Biopolítica y democracia como estilo de vida: una mirada desde la psicología social
Biopolítica e democracia como estilo de vida: um olhar a partir da psicologia social
Author: Díaz-Gómez, Alvaro
Carmona, Olga Lucía
Salamanca, Liliana Andrea
Resume: Purpose: To reflect on two ways of adopting democracy, as a form of government and as a way of life, in order to establish its relationship with biopolitics from social psychology—as a psychology that is political—based on a particular case that occurred in Colombia known as “false positives.”Theme: The possibility of thinking about a life that is politically controlled from the perspective of social psychology, for which it is assumed from the discourse of biopolitics.Elaboration: A contextualization is provided for recognizing that social psychology is political given the use of the knowledge it produces, so that problems that emerge in the construction of democracy cannot be alien to it and, thus, it is plausible to approach its expression as a lifestyle in relation to what it is as a form of government. From this, biopolitical devices for life control are established, and the extrajudicial executions implemented in Colombia, known as “false positives,” are an example of this.Conclusions: It is still visible how psychology, particularly social psychology, is political because of the way knowledge is used. Therefore, if thought in terms of popular majorities, knowledge may contribute to the construction of a democratic society, in which it is not only a structural governmental process but also deployed as a cultural ethos in daily life. Perhaps this is how processes of resistance to biopolitics are generated and a psychopolitics emerges.
Propósito: reflexionar sobre dos maneras de asumir la democracia (como forma de gobierno y como estilo de vida), con el fin de pensar desde la psicología social —asumida como una psicología que es política— su relación con la biopolítica, desde un caso particular que se presentó en Colombia, conocido como “los falsos positivos”.Tema: la posibilidad de pensar desde la psicología social la vida que se controla políticamente, por lo cual se asume desde el discurso de la biopolítica.Desarrollo: se realiza una contextualización con el propósito de reconocer que la psicología social es política dado el uso del conocimiento que produce, por lo que no le pueden ser ajenos problemas que emergen en la construcción de la democracia, y es así plausible el abordaje de su expresión como estilo de vida en relación con lo que es como forma de gobierno. Desde esta se instauran dispositivos biopolíticos para el control de la vida, y son ejemplo de lo anterior las ejecuciones extrajudiciales que se implementaron en Colombia, conocidas como “falsos positivos”.Conclusiones: se visibiliza aún cómo la psicología, y en particular la psicología social, es política dados los usos que se le dan al conocimiento. Por tanto, si este se piensa en términos de las mayorías populares, puede aportar en la construcción de una sociedad democrática, en la que esta no sea solo un proceso estructural de gobierno, sino que se despliegue como un ethos cultural en la vida cotidiana. Tal vez así se generen procesos de resistencia a la biopolítica y emerja una psicopolítica.
Propósito: refletir sobre duas maneiras de assumir a democracia: como forma de governo e como estilo de vida, com o objetivo de pensar a partir da psicologia social — entendida como uma psicologia que é política — sua relação com a biopolítica, a partir de um caso particular que ocorreu na Colômbia e ficou conhecido como “os falsos positivos”.Tema: a possibilidade de pensar, a partir da psicologia social, a vida que é politicamente controlada e por isso é assumida a partir do discurso da biopolítica.Desenvolvimento: realiza-se uma contextualização com o objetivo de reconhecer que a psicologia social é política, dado o uso do con hecimento que produz, porque os problemas que emergem na construção da democracia não podem ser alheios a ela; assim, é plausível a abordagem de sua expressão como estilo de vida em relação com o que é como forma de governo. A partir dela dispositivos biopolíticos para o controle da vida são instaurados e as execuções extrajudiciais que foram implementadas na Colômbia, conhecidas como “falsos positivos”, são exemplos disso.Conclusões: visibiliza-se, ainda, como a psicologia e, em particular, a psicologia social, é política considerando os usos que dão ao conhecimento. Portanto, se pensamos o conhecimento em termos das maiorias populares, ele pode contribuir na construção de uma sociedade democrática na qual esta não seja apenas um processo estrutural de governo, mas que se desdobre como um ethos cultural na vida cotidiana. Talvez assim sejam gerados processos de resistência à biopolítica e seja emergida uma psicopolítica.
Type: info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion
Other Identifiers: https://revistas.ucc.edu.co/index.php/pe/article/view/2263
10.16925/pe.v14i23.2263
metadata.dc.rights: Derechos de autor 2018 Pensando Psicología
Full text: Pensando Psicología; Vol 14 No 23 (2018)
Pensando Psicología; Vol. 14 Núm. 23 (2018)
Pensando Psicología; v. 14 n. 23 (2018)
2382-3984
1900-3099
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