Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/20.500.12494/11820
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Title: Spanish financial cooperative sector’s challenges facing systemic risk
Retos del sector financiero cooperativo español ante el riesgo sistémico Spanish financial cooperative sector’s challenges facing systemic risk
Desafios do setor financeiro cooperativo espanhol diante do risco sistêmico
Author: Rubiño Box, José Antonio
Molina Moreno, Valentín
Resume: Purpose: The aim is to reflect on the Spanish financial cooperative sector based on the analysis of the concept, as well as on systemic risk typologies.Description: The business model proposed by credit cooperatives in Spain has strong foundations on orthodox financial culture in the sense that these entities, generally, have adopted financial sustainability as their strategic horizon.Point of view: Due to a given a series of regulatory procedures that have taken place in Spain, it is possible to affirm, in general terms, that, to a large extent, credit cooperatives have not been affected. This condition does not apply for savings banks, for example.Conclusions: In relation to the rest of entities and modalities that make up the banking system, credit cooperatives have less risk exposure, which affects the other institutions in the banking system. In addition, the great competitive advantage that these entities can count on will result from combining the provision of dimension, efficiency and financially sustainable services that face a convulsive future in coexistence with commercial banking entities that are increasingly competitive.
Propósito: a partir del análisis del concepto, así como de las tipologías del riesgo sistémico, se pretende reflexionar en torno al sector cooperativo financiero español.Descripción: el modelo de negocio propuesto por las cooperativas de crédito en España tiene unas fuertes bases de cultura financiera ortodoxa en el sentido de que estas entidades, por lo general, han tenido como horizonte estratégico lo que se denomina “sostenibilidad financiera”.Punto de vista: en términos generales, dada una serie de procedimientos normativos que se han producido en España, se puede afirmar que, en gran medida, las cooperativas de crédito no se han visto afectadas, cosa que no aplica, por ejemplo, para las cajas de ahorro.Conclusiones: las cooperativas de crédito, en relación con el resto de las figuras que componen el sistema bancario, disponen de una menor exposición frente a los riesgos, de manera que se ve afectado el resto de las entidades que componen el sistema. Además, la gran ventaja competitiva con la que podrán contar estas entidades será la combinación de dimensión, eficacia y prestación de servicios financieramente sostenibles para afrontar un futuro convulso y en convivencia con entidades de banca comercial cada vez más competitivas.
Objetivo: a partir da análise do conceito, bem como das tipologias de risco sistêmico, pretende-se refletir em torno ao setor cooperativo financeiro espanhol.Descrição: o modelo de negócio proposto pelas cooperativas de crédito na Espanha tem fundamentos fortes da cultura financeira ortodoxa, posto que essas entidades, em geral, têm como horizonte estratégico a chamada "sustentabilidade financeira".Ponto de vista: em termos gerais, dada uma série de procedimentos normativos que tiveram lugar na Espanha, pode-se afirmar que, em grande medida, as cooperativas de crédito não foram afetadas, ao contrário, por exemplo, das caixas económicas.Conclusões: as cooperativas de crédito, em relação às outras figuras que conformam o sistema bancário, têm menor exposição a riscos, de modo que afetam o restante das entidades do sistema. Além disso, a grande vantagem competitiva que essas entidades poderão ter será a combinação de dimensão, eficiência e prestação de serviços financeiramente sustentáveis para enfrentar um futuro convulsivo e em convivência com entidades bancárias comerciais cada vez mais competitivas.
Type: info:eu-repo/semantics/publishedVersion
Artículo
Other Identifiers: https://revistas.ucc.edu.co/index.php/co/article/view/2194
10.16925/co.v26i113.2194
Full text: Cooperativismo & Desarrollo; Vol 26 No 113 (2018)
Cooperativismo & Desarrollo; Vol. 26 Núm. 113 (2018)
Cooperativismo & Desarrollo; v. 26 n. 113 (2018)
2382-4220
0120-7180
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