Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/20.500.12494/10329
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Title: Epidemiological Behavior of Mobile Phone Dependence: A Criminological Perspective
Comportamiento epidemiológico de la dependencia del teléfono móvil: una perspectiva criminológica
Comportamento epidemiológico da dependência do telefone celular: uma perspectiva criminológica
Author: Denis, Edmundo
Villegas-Domínguez, Josué Elí
Denis-Rodríguez, Patricia Beatriz
Melo-Santiesteban, Guadalupe
Barradas-Alarcón, María Esther
Resume: Introduction: Prevalence of Mobile phone dependence (nomophobia) in increasing all over the world, but its prevalence and related factors in Latin America are unknown so far. Recently, the role of nomophobia in aggression, antisocial personality and emotional disturbances in adolescents has been recognized.Material and Methods: We included university students from Veracruz, Mexico. The Mobile Phone Problematic Use Scale (MPPUS) was applied: It is a Likert scale of 27 items. We used the 15th, 80th and 95th percentiles to establish four categories: occasional, habitual, at risk and problematic users. The values obtained were compared with several sociodemographic variables. Statistical analysis was made by means of the Mann-Whitney U-test and one-way ANOVA.Results: We included 541 students aged 18-25 years (median 20.5 years); the number of years using a mobile phone was greater than 5 in 73% (n = 395). The number of hours of use per day was at least 3 in 75.2% (n = 407). 16.5% can be considered as users at risk, and 4.1% as problematic users. We found a statistically significant association between the MPPUS value and the number of hours of use per day, as well as the number of years using a mobile phone (p <0.05).Conclusion: The prevalence of mobile phone dependence is similar to that reported in other developing countries; the number of hours of use per day and the number of years using a cellphone could be considered as predictive factors in our population.
Introducción: la prevalencia de la dependencia del celular (nomofobia) aumenta en todo el mundo, pero se desconoce hasta ahora su prevalencia y factores relacionados en América Latina. Recientemente, se ha reconocido el papel de la nomofobia en la agresión, la personalidad antisocial y las perturbaciones emocionales en los adolescentes.Metodología: se incluyeron estudiantes universitarios de Veracruz, México. Se aplicó la Escala de Uso Problemático de Teléfonos Móviles (MPPUS), que es una escala de Likert de 27 ítems. Se usaron los percentiles 15, 80 y 95 para establecer cuatro categorías: usuarios ocasionales, habituales, en riesgo y problemáticos. Los valores obtenidos se compararon con varias variables sociodemográficas. El análisis estadístico se realizó mediante la prueba U de Mann-Whitney y el ANOVA de una vía.Resultados: se incluyeron 541 estudiantes entre 18 y 25 años de edad (mediana de 20,5 años); el número de años en que se usó el teléfono móvil fue mayor que 5 en el 73% (n = 395). El número de horas de uso por día fue de al menos 3 en 75,2% (n = 407). El 16,5% se puede considerar como usuarios en riesgo y el 4,1% como usuarios problemáticos. Se encontró una asociación estadísticamente significativa entre el valor de la MPPUS y el número de horas de uso por día, así como el número de años en que se usó el teléfono móvil (p < 0,05).Conclusión: la prevalencia de la dependencia del teléfono móvil es similar a la informada en otros países en desarrollo; la cantidad de horas de uso por día y la cantidad de años en que se usó el celular podrían considerarse factores predictivos en nuestra población.
Introdução: a prevalência da dependência do telefone celular (nomofobia) está aumentando em todo o mundo. Porém, na América Latina, este assunto e os fatores relacionados são desconhecidos até hoje. O papel da nomofobia na agressividade, a personalidade antissocial e as perturbações emocionais em adolescentes foi reconhecido recentemente.Material e métodos: Incluíram-se estudantes universitários de Veracruz, México. Aplicou-se a MPPUS (Mobile Phone Problematic Use Scale, siglas em inglês): uma escala de Likert com 27 itens. Utilizaramse os percentis 15, 80 e 95 para estabelecer quatro categorias: usuários ocasionais, habituais, em risco e problemáticos. Compararam-se os valores obtidos com diversas variáveis sociodemográficas. Realizou-se a análise estatística por meio do teste U de Mann-Whitney e um ANOVA unidirecional.Resultados: Incluíram-se 541 estudantes com idades entre 18 e 25 anos (média de 20,5 anos); o número de anos usando um telefone celular foi maior que 5 em 73% (n=395). O número de horas de uso por dia foi de pelo menos 3 em 75,2% (n=407). 16,5% podem ser considerados usuários em risco, e 4,1% usuários problemáticos. Encontrou-se uma associação estatisticamente significante entre o valor da MPPUS e o número de horas de uso por dia, assim como o número de anos usando um telefone celular (p <0,05).Conclusão: A prevalência de dependência do telefone celular é semelhante à relatada em outros países em desenvolvimento; o número de horas de uso por dia e o número de anos usando um telefone celular podem se considerar fatores preditivos na população.
Type: info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion
Other Identifiers: https://revistas.ucc.edu.co/index.php/ml/article/view/2362
10.16925/cf.v5i1.2362
metadata.dc.rights: Derechos de autor 2018 Colombia Forense
Full text: Colombia Forense; v. 5 n. 1; 35-42
Colombia Forense; Vol. 5 Núm. 1; 35-42
Colombia Forense; Vol 5 No 1; 35-42
2145-9649
2145-0684
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