Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/20.500.12494/10327
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Title: Review of Post-traumatic Osteoarthrosis and Medical-legal Approaches to Address It
Revisión de la osteoartrosis postraumática y aproximaciones medicolegales para su abordaje
Revisão da osteoartrose pós-traumática e abordagens médico-legais
Author: Tamara-Patiño, Liliana
Sánchez-Cardozo, Óscar Armando
Fernández-Joaqui, Ninfa Andrea
Hassan-Afifi-Alonso, Magdolin Laila
Muñoz-Perdomo, Luís Eduardo
Fontanilla-Duque, Germán Alfonso
Sánchez-Otero, Adriana Marcela
Resume: Purpose: Joint trauma can lead to a range of acute injuries. Although acute symptoms disappear, and some lesions can be surgically repaired, the joint lesion can trigger a chronic process of remodeling in the cartilage and other joint tissues that may manifest as posttraumatic osteoarthrosis (ptoa). The purpose of this paper is to compile updated information on the criteria for forensic assessment of individuals who may develop this condition, in the context of the Colombian criminal system.Period covered, origin and types of publications: Articles from Pubmed databases published in the last 15 years were reviewed with the listed descriptors and a secondary search for references was made to answer the questions asked.Point of view: Posttraumatic osteoarthrosis has variable frequencies according to the type of joint injury, and its follow-up is clinical and radiological. Currently, there are tendencies to make diagnoses prior to its diagnosis, including the presence of biomarkers.Conclusions: The review showed that to diagnose ptoa in serious injuries can take between two and five years, and even “decades for less severe fractures.” The prolonged time to diagnose ptoa causes problems for the forensic approach. Risk factors for developing ptoa in some types of joint injury are identified, while forensic recommendations are made to draw related conclusions.
Propósito: el trauma articular puede conducir a un espectro de lesiones agudas. Aunque los síntomas agudos se resuelven y algunas de las lesiones pueden repararse quirúrgicamente, la lesión articular puede desencadenar un proceso crónico de remodelación en el cartílago y otros tejidos articulares que puede manifestarse como osteoartrosis postraumática (oapt). La finalidad del presente documento es recopilar información actualizada sobre los criterios para realizar la valoración forense de personas que puedan desarrollar esta condición en el contexto del sistema penal colombiano.Periodo que se abarcó, origen y tipos de publicaciones: se revisaron los artículos de las bases de datos Pubmed publicados durante los últimos 15 años con los descriptores relacionados, y se realizó búsqueda secundaria de referencias para contestar las preguntas formuladas.Punto de vista: la osteoartrosis postraumática tiene frecuencias variables de acuerdo con el tipo de lesión articular y su seguimiento es clínico y radiológico. Actualmente, hay tendencias a realizar diagnósticos previos a su diagnóstico, incluyendo la presencia de biomarcadores.Conclusiones: la revisión evidenció que para diagnosticar la oapt en lesiones graves pueden pasar de dos a cinco años, e incluso “décadas para fracturas menos severas”. El tiempo prolongado de diagnóstico de una oapt genera problemas para el abordaje forense. Se identifican factores de riesgo para desarrollar oapt en algunos tipos de lesión articular, a la vez que se establecen recomendaciones forenses para emitir conclusiones relacionadas.
Objetivo: o trauma articular pode levar a um espectro de lesões agudas. Embora os sintomas agudos se resolvam e algumas das lesões possam se reparar cirurgicamente, a lesão articular pode desencadear um processo crônico de remodelação na cartilagem e outros tecidos articulares, que pode se manifestar como osteoartrose pós-traumática (OAPT). O objetivo deste documento é compilar informações atualizadas sobre os critérios para a avaliação forense de pessoas que possam desenvolver essa condição, no contexto do sistema penal da Colômbia.Período abordado, origem e tipos de publicações: revisaram-se os artigos das bases de dados Pubmed publicados nos últimos 15 anos, com os descritores relacionados, e realizou-se uma pesquisa secundária de referências para responder às questões propostas.Ponto de vista: a osteoartrose pós-traumática possui frequências variáveis de acordo com o tipo de lesão articular, e seu acompanhamento é clínico e radiológico. Atualmente, tende-se a realizar diagnósticos antes do diagnóstico utilizando biomarcadores.Conclusões: a revisão mostrou que o diagnóstico da OAPT em lesões graves pode tardar de dois a cinco anos, e até “décadas para fraturas menos graves”. O tempo de diagnóstico prolongado de uma OAPT gera problemas para a abordagem forense. Identificam-se fatores de risco para o desenvolvimento de OAPT em alguns tipos de lesões articulares, enquanto estabelecem-se as recomendações forenses para a emissão de conclusões relacionadas.
Type: info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion
Other Identifiers: https://revistas.ucc.edu.co/index.php/ml/article/view/2360
10.16925/cf.v5i1.2360
metadata.dc.rights: Derechos de autor 2018 Colombia Forense
Full text: Colombia Forense; v. 5 n. 1; 57-70
Colombia Forense; Vol. 5 Núm. 1; 57-70
Colombia Forense; Vol 5 No 1; 57-70
2145-9649
2145-0684
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