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Title: Variations in the Field of View of the Forensic Artist’s Workspace in Constructing Facial Composites by Video Calls
Variaciones en el campo visual del espacio de trabajo del artista forense, durante la realización de retratos hablados mediante video llamadas: proyecciones para Chile y América Latina
Variações no campo visual do espaço de trabalho do artista forense durante a realização de retratos falados através de videochamadas
Author: Faúndez-Salinas, Gustavo
Resume: <br>Introduction: This article presents the results of an already completed study, whose aim was to determine whether, during the construction of facial composites by video calls, there is a possible correlation between the extent of the field of view that the witness or victim has with respect to the forensic artist’s workspace, and the resulting resemblance between the sketch and the face of the person to be identified.</br> <br>Approach: Emphasis is put on the applicability of these new technological means in the Latin American context, particularly towards overcoming the physical distances between victims and judicial authorities of some countries in the region.</br> <br>Method: A first group of 24 volunteers located in Santiago de Chile took part in individual cognitive interviews with a forensic artist settled in Dundee (United Kingdom) by video calls, 24 hours after having briefly observed the photograph of a character in a British TV series not broadcasted in Chile. During the interviews, 12 of them had visual access to the image of the artist’s upper trunk and workspace, while the other 12 only observed a white wall on the screen. Subsequently, a second group of 24 individuals, also located in Chile, assessed the resemblance between sketches and original images using a Likert scale.</br> <br>Results: The data obtained suggest that there is no direct correlation between the variables considered, implying that changes in the environment of interviews would not have a significant effect on the construction of facial composites.</br> <br>Conclusion: The illusion of copresence seems not to be imperative for building rapport between the interviewee and the forensic artist.</br>
Introducción: este artículo expone los resultados de un estudio ya finalizado, cuyo objetivo consistió en determinar si, durante la realización de retratos hablados a través de videollamadas, es posible evidenciar una correlación entre la amplitud del campo visual que tiene el testigo o víctima respecto del espacio de trabajo del artista forense, y el parecido resultante entre el retrato y el rostro de la persona a identificar. Enfoque: el énfasis está puesto en la aplicabilidad de estos nuevos medios tecnológicos en el contexto latinoamericano, particularmente hacia la superación de las distancias físicas existentes entre las víctimas y autoridades judiciales de algunos países de la región. Metodología: un primer grupo de 24 personas voluntarias situadas en Santiago de Chile tomó parte de entrevistas cognitivas individuales con un artista forense instalado en Dundee (Reino Unido) mediante videollamadas, 24 horas después de haber observado brevemente la fotografía de uno de los personajes de una serie de TV británica no transmitida en Chile. Durante las entrevistas, 12 de ellas tuvieron acceso visual a la imagen del tronco superior del artista y su espacio de trabajo, mientras que las otras 12 solo observaron en la pantalla una muralla blanca. Posteriormente, un segundo grupo de 24 personas, también ubicadas en Chile, evaluó el parecido de los retratos con respecto a las imágenes originales mediante una escala Likert. Resultados: los datos obtenidos sugieren que no existe correlación directa entre las variables consideradas, lo cual implica que los cambios en el entorno de realización de las entrevistas no tendrían un efecto significativo en la composición de los retratos. Conclusión: la ilusión de copresencia parece no ser imperativa para la creación de rapport entre el entrevistado y el artista forense.
Introdução: este artigo expõe os resultados de um estudo já concluído, cujo objetivo foi determinar se, durante a realização de retratos falados através de videochamadas, é possível demonstrar uma correlação entre a amplitude do campo visual do testemunho ou vítima e o espaço de trabalho do artista forense, bem como a similaridade resultante entre o retrato e o rosto da pessoa que vai ser identificada.Abordagem: o estudo faz ênfase na aplicabilidade dos novos meios tecnológicos no contexto latino-americano, particularmente na superação das distâncias físicas entre as vítimas e as autoridades judiciárias de alguns países da região.Metodologia: um primeiro grupo de 24 voluntários localizado em Santiago do Chile participou de entrevistas cognitivas individuais com um artista forense situado em Dundee (Reino Unido) através de videochamadas, 24 horas depois de ter observado brevemente a fotografia de um dos personagens de uma série de TV britânica não transmitida no Chile. Durante as entrevistas, 12 voluntários tiveram acesso visual à imagem do tronco superior do artista e seu espaço de trabalho, enquanto os outros 12 observaram apenas uma parede branca na tela. Posteriormente, um segundo grupo de 24 pessoas, também localizado no Chile, avaliou a similaridade dos retratos em relação às imagens originais utilizando uma escala Likert.Resultados: os dados obtidos sugerem que não há correlação direta entre as variáveis consideradas, o que implica que as mudanças no ambiente de realização das entrevistas não teriam efeito significativo na composição dos retratos. Conclusão: a ilusão de copresença parece não ser imperativa para a criação do rapport entre o entrevistado e o artista forense.
Publisher: Universidad Cooperativa de Colombia / Instituto Nacional de Medicina Legal y Ciencias Forenses
Appears in Collections:Colombia Forense

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